A produção de tomate no Brasil alcançou 4,7 milhões de toneladas em 2025 e deve se manter em patamar semelhante em 2026, segundo o IBGE. O cenário, marcado pela irregularidade das chuvas nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, reforça a necessidade de investimentos em irrigação e em materiais genéticos mais produtivos, conforme análises do CEPEA/Esalq e da ABCSEM.
Para o Sindiveg, o manejo integrado de defensivos é essencial diante de pragas como a larva-alfinete (Diabrotica speciosa), que ataca o sistema radicular do tomateiro e compromete a absorção de água e nutrientes. O controle preventivo, com monitoramento desde o preparo do solo e uso de mudas tratadas, é apontado como estratégia para preservar a produtividade e reduzir riscos em um cenário de maior variabilidade climática.
Fonte: IBGE, CEPEA/Esalq, ABCSEM, Sindiveg